Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arte. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Tristeza nunca acaba

Eu pinto minhas tristezas que não posso expressar. Minha dança me liberta das dores que a vida causa. Vou escrevendo na tela, no chão e no papel o que ando sentindo e que não há maneira de outro alguém entender por palavras.
Minha alma se dilui na tintas e meus pés obedecem seus desmandos, rodopiando sem beleza, sem harmonia, sem esconder sua confusão. As palavras vão fugindo da minha mão e um texto que não pode ser lido borra as paredes.
Tristeza nunca acaba, mas o corpo é pequeno para a alma que o contém.
Desabando na bagunça que agora se fazia ao redor, acompanhado do que estava dentro, do corpo no chão escorria sua água de expressão e o teto parecia tão branco, tão simples.
O sol batendo no chão iluminava, trazia a paz que o universo tem de simplesmente seguir o seu curso, sem ter que pensar na infinidade de seres andando por ai.
(Texto escrito em 28/11/2011) 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A arte

Minha arte me ilumina, me inspira, me completa.
Todo mundo tem um pouco de arte, todo mundo uma hora ou outra transcende esse universo cinza.
Ter arte é sentir, mesmo por um instante, algo que completa, é extravasar um sentimento representando o abstrato que existe de você.
À flor da pele.

Com tinta, com palavras, com a dança, com música, com a escultura, com inúmeras formas de tentar mostrar para o outro, ou para si mesmo, o caos que a mente vive, todo dia e toda hora tentando decifrar os signos nos afogando, nos afundando.
A arte é rupestre, ela é parte de nós, é o ser humano mostrando sua parte boa.